A terceira edição do BDXP, promovido pela Bemol, amplia a programação e reforça o papel de Manaus no cenário nacional de inteligência artificial. O evento destaca a importância da capacitação prática e da colaboração entre setores para impulsionar a transformação digital na região.
Introdução contextual
O avanço da inteligência artificial (IA) no Brasil tem sido desigual, com polos tradicionais como São Paulo e Campinas concentrando grande parte dos investimentos e talentos. No entanto, iniciativas regionais vêm ganhando força, e a região Norte, historicamente associada à Zona Franca de Manaus e à indústria eletroeletrônica, começa a se destacar como um novo vetor de inovação. Nesse cenário, o BDXP 2026, evento produzido pela Bemol, chega à sua terceira edição com uma proposta ambiciosa: fortalecer o ecossistema de IA em Manaus, oferecendo programação ampliada e oficinas práticas para todos os perfis.
Para empresas que atuam na região ou que buscam expandir suas operações para o Norte do país, o evento representa uma oportunidade estratégica de acesso a conhecimento, networking e novas tecnologias. Mais do que um encontro técnico, o BDXP sinaliza uma mudança de mentalidade: a IA deixa de ser um tema distante e passa a ser uma ferramenta concreta para aumentar a competitividade e a eficiência operacional.
O que aconteceu
De acordo com a notícia publicada pelo G1, o BDXP 2026 ocorrerá em Manaus e terá uma programação ampliada em relação às edições anteriores. O evento, produzido pela Bemol, uma das maiores varejistas da região, contará com oficinas práticas voltadas a diferentes públicos, desde iniciantes até profissionais experientes. A proposta é democratizar o acesso à IA, mostrando aplicações reais em áreas como varejo, logística, saúde e indústria.
Além das oficinas, o evento deve reunir especialistas, empresas de tecnologia e representantes do poder público para discutir tendências, desafios e oportunidades da IA na Amazônia. A escolha de Manaus como sede não é aleatória: a cidade abriga um dos maiores polos industriais do país e tem um ecossistema de inovação em crescimento, impulsionado por universidades, startups e centros de pesquisa.
Por que isso importa para empresas
Para empresas que atuam em Manaus ou que pretendem se instalar na região, o BDXP 2026 é um termômetro do amadurecimento do mercado local de tecnologia. A IA não é mais um diferencial, mas uma necessidade competitiva. Empresas que ignorarem essa tendência correm o risco de ficar para trás em eficiência, personalização de serviços e tomada de decisão baseada em dados.
O evento também é relevante para companhias de outros estados que buscam parceiros locais ou que desejam entender as particularidades do mercado amazônico. A capacitação oferecida no BDXP pode ajudar a formar talentos locais, reduzindo a dependência de profissionais de outros centros e criando uma cadeia de valor mais sustentável.
Além disso, a presença da Bemol, uma empresa tradicional do varejo, demonstra que a IA está sendo adotada por setores não tecnológicos, o que abre portas para soluções inovadoras em áreas como gestão de estoque, atendimento ao cliente e logística. Para fornecedores de tecnologia, o evento é uma vitrine para apresentar soluções adaptadas à realidade local.
Impacto para cibersegurança, governança, IA ou continuidade
A expansão do uso de IA traz consigo desafios significativos em cibersegurança e governança de dados. Com a adoção de sistemas inteligentes, as empresas passam a lidar com volumes maiores de dados sensíveis, o que aumenta a superfície de ataque. É fundamental que as organizações que participarem do BDXP ou que estejam implementando IA adotem práticas robustas de segurança, como criptografia, controle de acesso e monitoramento contínuo.
Em termos de governança, a IA exige políticas claras de uso, transparência algorítmica e conformidade com a LGPD. A falta de governança pode levar a vieses discriminatórios, decisões não explicáveis e riscos legais. O BDXP pode ser uma oportunidade para discutir esses temas e disseminar boas práticas entre as empresas locais.
Para a continuidade de negócios, a IA pode ser uma aliada na previsão de falhas, otimização de processos e resposta a incidentes. No entanto, a dependência excessiva de sistemas inteligentes também cria novos pontos de falha. As empresas precisam de planos de contingência que considerem a indisponibilidade de serviços de IA, seja por ataques cibernéticos, falhas técnicas ou interrupções de fornecedores.
Leitura executiva da WSVP
A WSVP enxerga o BDXP 2026 como um marco para a consolidação de Manaus como um polo de inovação em IA na Amazônia. A iniciativa da Bemol demonstra que empresas tradicionais podem ser agentes de transformação digital, criando um ambiente propício para o surgimento de novas soluções e negócios.
Para executivos, o evento reforça a importância de investir em capacitação e em parcerias estratégicas. A IA não é uma tendência passageira, mas uma ferramenta essencial para a competitividade a longo prazo. Empresas que se anteciparem e adotarem uma postura proativa em relação à IA terão vantagens significativas em eficiência, inovação e satisfação do cliente.
No entanto, é preciso cautela: a implementação de IA deve ser feita de forma planejada, com foco em resultados de negócio e com atenção aos riscos de segurança e governança. A WSVP recomenda que as empresas utilizem eventos como o BDXP para aprender, mas também para avaliar suas próprias capacidades e lacunas.
Recomendações práticas
- Participe do BDXP 2026: Envie representantes das áreas de tecnologia, operações e estratégia para aproveitar as oficinas e o networking.
- Avalie seu nível de maturidade em IA: Realize um diagnóstico interno para identificar onde a IA pode gerar mais valor e quais competências precisam ser desenvolvidas.
- Invista em capacitação contínua: Crie programas de treinamento para equipes, aproveitando os conteúdos do evento e outras fontes de conhecimento.
- Estabeleça parcerias locais: Conecte-se com universidades, startups e centros de pesquisa de Manaus para desenvolver projetos conjuntos e acessar talentos.
- Implemente governança de IA: Defina políticas claras para uso de dados, transparência algorítmica e conformidade com a LGPD.
- Fortaleça a cibersegurança: Adote medidas de proteção para os sistemas de IA, incluindo testes de segurança e monitoramento contínuo.
- Planeje a continuidade: Desenvolva planos de contingência para lidar com falhas em sistemas de IA, garantindo a resiliência dos negócios.
Fontes consultadas
- G1 - BDXP 2026 fortalece o ecossistema de Inteligência Artificial em Manaus
- Bemol - Site oficial
- Governo Federal - Cibersegurança
- LGPD - Lei Geral de Proteção de Dados
Este rascunho foi produzido com apoio de inteligência artificial e ainda requer revisão humana antes da publicação.


